Entre janeiro e julho deste ano, o turismo internacional trouxe um grande impulso para a economia brasileira, com turistas estrangeiros deixando US$ 4,323 bilhões no país. Segundo o Banco Central, esse valor é quase US$ 1 bilhão a mais do que o registrado no mesmo período de 2023, quando o montante foi de US$ 3,7 bilhões. Em média, cada um dos quatro milhões de visitantes internacionais gastou cerca de R$ 6 mil durante a estadia, beneficiando uma vasta cadeia de serviços, desde hotéis e restaurantes até vendedores ambulantes.
Em julho, os viajantes internacionais gastaram US$ 615 milhões no Brasil, marcando um aumento de 8,46% em relação ao mesmo mês do ano passado. Esse foi o segundo maior valor registrado para o mês de julho desde 2014, quando o Brasil sediou a Copa do Mundo.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, ressaltou a importância desse aumento:
“A entrada de recursos de turistas internacionais beneficia toda a cadeia produtiva, gerando milhares de empregos. Nosso objetivo é continuar atraindo esses viajantes para fortalecer nossa economia por meio do turismo, uma indústria limpa.”
O Governo Federal tem como meta posicionar o Brasil como o maior receptor de turistas da América do Sul até 2027, com o novo Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027. A meta é alcançar 8,1 milhões de turistas internacionais e gerar US$ 8,1 bilhões em receitas até o final do período.
Nos primeiros sete meses deste ano, o Brasil recebeu quatro milhões de turistas estrangeiros, um crescimento de 10,4% em comparação ao mesmo período de 2023. Esse número também supera em 1,9% o total registrado antes da pandemia, em 2019.


